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Acronicos
Eu, Icaro, sorrindo, de baixo para cima, sob uma árvore contra o céu.

Quem sou

Diário de bordo de um caminhando poeta por aí

Olá, eu sou Icaro Moro, um poeta, um artífice e profissional multifacetado, movido pelo aprendizado contínuo e pela busca de soluções criativas. Desde jovem, a escrita foi meu refúgio, meu método de autoexpressão e minha maneira de entender o mundo.

Essa paixão não ficou só no papel. Ela cresceu, se conectou à minha trajetória profissional e me deixou transitar entre diferentes áreas e desafios. Em cada uma delas, levei comigo o mesmo olhar de quem escreve: prestar atenção, procurar o sentido, buscar um jeito criativo de resolver.

Em 2024, tudo mudou. Passei por um grande burnout e, depois dele, mudei completamente minha forma de ser e a minha trajetória. Foi ali que começou uma busca intensa de autoconhecimento e autodescoberta. E foi nessa busca que descobri minha neurodivergência: sou TEA, com TDAH e AH/SD. Entender isso me deu um mapa novo de mim mesmo, e eu parei de tentar caber em moldes que nunca foram meus.

Hoje, quero unir essa jornada pessoal à minha trajetória profissional. Eu chamo isso de fazer uma antropofagia do meu caminho: devorar tudo o que vivi, o que deu certo e o que doeu, e transformar em uma nova estrada. Nessa estrada, eu construo motores de vendas para pequenos e médios negócios.

O que aprendi, eu passo para frente. E faço isso com o mesmo cuidado com que sempre escrevi cada linha ao longo da minha vida. Não separo o profissional do que sou: uno meu trabalho com os traços mais íntimos da minha pessoa, sem abrir mão do meu caminho artístico.

Sou um construtor de pontes, um filho do arco-íris. Levo pessoas até o pote de ouro, nos negócios e na literatura.

Por onde passei

Conteúdo sensível, com menções a ideação suicida.

Capítulo I

Acronicos

2026 → 2017

  1. out 2026Acronicos no ar. Textos sem tempo.
  2. set 2026Começo o acompanhamento na UBS
  3. 31 ago 2026Madrugada no hospital. À noite, gravo o primeiro diário em vídeo: "voltei pra nave mãe"
  4. ago 2026Organizo meu segundo cérebro e encontro "tesouros enterrados". Abro a consultoria independente
  5. jul 2026Sou demitido
  6. jun 2026Salvador. Faço meu primeiro ebó, a Esú. Viro Abian
  7. abr–jun 2026Novas crises suicidas. Escrevo uma carta de despedida. Ligo para um amigo e fico
  8. abr 2026Começo a escrever Minha História. Faço 31 anos e não lembrava
  9. 2017A ideia do Acronicos: quero ser escritor e ter um blog no ar
    ver em 2017 ↓

Capítulo II

A virada

2026

  1. início 2026Volto para São Paulo: 700 km dirigindo, com Cacau, Quindim, os tambores e os livros
  2. jan 2026Minha mãe vai para BH. Toco num lançamento e ela me vê bem, estável
  3. 3 jan 2026Tentativa de suicídio. Desisto e fico

Capítulo III

Belo Horizonte

2025 → 2017

  1. dez 2025Começo o tratamento psiquiátrico
  2. 2025Seis mudanças de casa, um golpe financeiro, dívidas, duas traições de amizade. Minhas crises passam de mensais a semanais
  3. jun 2025Fim do meu casamento
  4. 2024O burnout. Perco o emprego por ter perdido a saúde mental
  5. nov 2023Adoto a Cacau
  6. 2017–2025A vida que reconheço como minha: música, dança, cozinha, capoeira angola, maracatu, terreiro
  7. ~2020Me caso
  8. 2017Rock Content. Me mudo para Belo Horizonte aos 21

Capítulo IV

São Paulo, primeiro ciclo

2017 → 2015

  1. 2017Escrevo um projeto de 40 páginas para a Agrishow e sou aplaudido. No dia seguinte, o projeto vai para o lixo
  2. 2017A ideia do Acronicos: quero ser escritor e ter um blog no ar
  3. 2016–17Consultoria meteorológica. Escrevo os Relatos sobre o ócio no Sesc Vila Mariana e pego gosto por escrever
  4. ~2015Trabalho na empresa do meu pai

Capítulo V

Origem

2007 → 1995

  1. ~2007Aos 12, morte, vida, angústia e festejo viram meus temas
  2. ~2003Aos 8, meus primeiros pensamentos suicidas
  3. 1999–2007Estudo na escola do bairro, do maternal à oitava série
  4. 13 abr 1995Nasço na Vila Ema, na casa construída para me receber

E daqui, tudo começa de novo.

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